Tratamento avançado com células-tronco do cordão umbilical na Colômbia
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A Colômbia rapidamente se tornou um dos principais destinos para medicina regenerativa na América Latina, atraindo pacientes da América do Norte e da Europa. Ao contrário de algumas regiões que dependem fortemente da medula óssea ou do tecido adiposo (gordura), as clínicas colombianas se especializaram no uso de células-tronco alogênicas de alta qualidade derivadas do cordão umbilical.
Este guia detalha os tipos específicos de células utilizadas, por que elas são preferidas em relação a outras fontes, as rigorosas regulamentações impostas pelo INVIMA (o equivalente colombiano à Anvisa) e o que você pode esperar em termos de custo e procedimento em cidades como Medellín e Bogotá.
Que tipos de células-tronco do cordão umbilical são utilizados?
Embora "células-tronco do cordão umbilical" seja um termo amplo, as clínicas colombianas se concentram em um subconjunto muito específico:
- Células-tronco mesenquimais da geleia de Wharton (WJ-MSCs): Este é o tipo mais comum. Essas células são extraídas da substância gelatinosa presente no cordão umbilical que protege os vasos sanguíneos. Elas são preferidas por serem jovens, multipotentes (podem se diferenciar em cartilagem, osso, músculo, etc.) e possuírem poderosas propriedades imunomoduladoras (reduzem a inflamação).
- Células-tronco do sangue do cordão umbilical (menos comuns para medicina regenerativa): Embora o sangue do cordão umbilical seja rico em células-tronco hematopoiéticas (para distúrbios sanguíneos como leucemia), ele possui menos células-tronco mesenquimais. Portanto, para tratamentos ortopédicos ou antienvelhecimento, as clínicas preferem o tecido (gelatina de Wharton) ao sangue.
Por que as MSCs da geleia de Wharton são as preferidas?
Existem vantagens claras na utilização dessas células específicas nas clínicas avançadas da Colômbia:
- Alta Potência: Por serem colhidas de recém-nascidos (doados após cesarianas saudáveis), essas células não foram expostas ao envelhecimento, toxinas ou doenças, ao contrário das células do próprio paciente (autólogas).
- Sem risco de rejeição: Eles não possuem os marcadores que desencadeiam uma resposta imunológica, o que significa que você não precisa ser "compatível" com o doador.
- Obtenção Ética: Os cabos são resíduos médicos que de outra forma seriam descartados; nenhum dano é causado ao bebê ou à mãe.
A terapia com células-tronco é legal na Colômbia? (Regulamentos do INVIMA)
A Colômbia possui um arcabouço legal claro para a medicina regenerativa. O INVIMA (Instituto Nacional de Vigilância de Medicamentos e Alimentos) desempenha um papel semelhante ao da Anvisa, inspecionando laboratórios para garantir o cumprimento das Boas Práticas de Fabricação (BPF). As clínicas devem comprovar que suas células-tronco foram testadas para doenças infecciosas (HIV, hepatite, etc.) e anomalias genéticas antes do uso.
Qual o custo do tratamento na Colômbia?
Os custos variam de acordo com o número de células (por exemplo, 30 milhões versus 100 milhões) e a complexidade do procedimento (soro intravenoso versus injeção espinhal).
| Protocolo de tratamento | Custo estimado (USD) | Detalhes |
|---|---|---|
| Protocolo Sistêmico IV | $ 5.000 - $ 8.000 | Para doenças autoimunes/antienvelhecimento (50-100 milhões de células) |
| Injeção ortopédica/na coluna vertebral | $ 7.000 - $ 12.000 | Injeções localizadas + IV (Alta contagem de células) |
| Protocolo Neuro Avançado | US$ 12.000 - US$ 15.000+ | Intratecal + IV (Autismo, PC, EM) |
Explore as opções de células-tronco na Colômbia.
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